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José Carlos Moutinho

Biografia e Poesia

 

Biografia

Nasceu no Sobralinho, Vila Franca de Xira, Em 1 de Junho de 1944. Com 13 anos foi para Angola onde trabalhou e estudou até 1973, sempre na área farmacêutica.

Fez o curso Industrial, equivalente ao 9º ano actual. Em 1973, saiu de Angola e foi para o Brasil e retornou a Portugal em 1975.

Voltou ao Brasil em 1976, veio definitivamente para Portugal em 1980. Foi delegado de informação médica. Nos últimos anos foi empresário da restauração, com restaurante na Maia, onde vive.

Actualmente está aposentado. Gosta de fotografia e de poesia.

RESUMO DO LANÇAMENTO DO LIVRO «CAIS DA ALMA» de José Carlos Moutinho

 

Cais da Alma video de apresentação da edium editores

 

POESIA DE JOSE CARLOS MOUTINHO

 

Momentos de quimera

 

Desfalece lentamente o dia…
O luar tímido, acolhe pensamentos vadios,
Inebria os desejos contidos,
Em lapsos de momentos sentidos,
Voa-se na brisa das miragens,
Despontadas nos desertos vazios!

O vento que suavemente suspira,
E murmura palavras salgadas pela maresia,
Do mar de sentimentos, que sobrevoou,
Fala de amores e encantamentos,
Transmitidos pelas paixões encontradas,
Em seres invadidos pela felicidade!

E surge a noite...
Que arrebata ternuras e sensações,
Explode nas emoções de doces delírios,
Desatina a razão da consciência,
A noite…
Que finalmente esmorece nos sonhos,
Das mentes sossegadas.

José Carlos Moutinho

 

Busca do sossego

 

Levo-me nos pensamentos vazios,
No vento que se perde no nada,
Em busca da consciência perdida,
Nos momentos dilacerados pela ausência,
E dos suspiros que a vida sufocou!

Sinto os gritos desesperados,
Dos ais no meu peito,
Em atroz conflito de sentimentos,
Que o tempo fez desfalecer,
Na voragem louca das horas!

A alma chora os sonhos perdidos,
Em noites de breu sufocante,
Pelas dúvidas de insónias perenes,
Atravessadas pelos dias nublados,
Nas incertezas do amor que desbotava,
Na luz do dia que adviria!

Solta-se a raiva na luta por nova aurora,
Porque o desatino é constante,
Incógnitas horas virão de desalento,
Sem cessar esta busca de sossego,
Por este mar salgado e frio do Infinito.

José Carlos Moutinho

 

 

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