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EDIÇAO Nº115 , 2º NUMERO  DE ABRIL DE 2011   COMENTARIOS GERAIS               

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FEEDS


Poesia e Biografia de Edvaldo Rosa

 

Biografia:

Eu sou um poetas em primeiras letras, embora venha participando de várias atividades poéticas, tanto na net quanto fora dela!

Dentro da net tenho presença em vários sites de poesias e grupos, em cirandas, duetos, etc.

Mantenho um site de poesias, para o qual convido a todos para que façam uma visita no seguinte link:

www.sacpaixao.net 

Mantenho um grupo de poesias no Yahoo Grupos no seguinte link:

http://br.groups.yahoo.com/group/Sac_Paixao_Poesias

Onde espero a visita e a colaboração de todos!

Comecei a publicar minhas poesias em jornais e revistas de circulação interna nas empresas que trabalhei destacando-se:

- Jornal HZS ( hospital Zona sul) em 1983 n° 02, 03

- NV (Noticias Villares) em 1986 n° 15;

Revistas de poesias:

- O Berro ( Grupo AJA - Academia Juvenil de Artes, da biblioteca Monteiro Lobato ) em 1983/1984 n° 8,10, 13,

Jornal de Poesias:

- O Arte_Fato ano 2 n° 9 setembro de 2005 Editado pelo poeta Santiago Dias.

Tenho participado de antologias poéticas, destacando-se:

- Escritores Brasileiros Editora Crisalis RJ 1985
- Escritores Brasileiros II Editora Crisalis RJ 1985
- Asas e Vôos Editora Guemanisse RJ 2006
- 2° antologia poética da AVBL - Editora AVBL - 2006
- Antologia Escritores Brasileiros e Autores em Língua Portuguesa - RB Editora - 6° Edição 2008
- Antologia literária Internacional - Dois mil e Esperança
1° Edição - 2009 - Curitiba - PR - Abrali Edições
- Antologia Literária Internacional - Pangeia, A Literatura unindo continentes - 2009 - Curitiba - PR - Abrali Edições

Livro solo:

Caminhando com as Borboletas - Edição do autor, Edições AVBL - 2009 - Bauru - SP


 

Poesia é Poesia...; Densidade Poética...; Sou Poeta...; A alma da poesia...

 

Poesia é Poesia...

 

A poesia é poesia, pouco importa como se apresenta,
importa mais, que em sua existência pretérita,
já apresente a potência de poesia!
E como uma semente, que não é uma árvore,
mas que traz a árvore dormente dentro de si!
E feita de pequenos pedaços, as palavras, com forte pendor á poesia...
Toda palavra é poética, que nunca se recusará a ser o que é!
Não deixa que o mundo a sua volta a comprima no seu próprio molde,
ao contrário, é ela que molda e lapida...
Se expressa, se qualifica, se significa, o que quer que explicita,
não há menor valia, se vem do rés do chão, das ruas por onde passam vidas...
e se não chegam às ante - salas, aos salões, não o fazem por culpas delas!
Pois todos os homens são bem comuns e prosaicos...
Os mais refinados podem ser também arcaicos...
E estes, podem ser também, muito refinados!
Se liga pontos extremos, onde as consciências não dão a graça de sua luz,
se percorre caminhos não mais trilhados,
não deixa de ser poesia...
Nem caminha por caminhos de pena e reparação!
Antes, vão ao encontro de seus pares,
que como a árvore dentro da semente,
dentro das almas humanas, são outras poesias em processo de hibernação!

 

Densidade Poética...

 

Se minha poesia pesa,
Como pedra, que estilhaça, que quebra vidraças...
E porque minha letra é densa!
E reflexo do que dilacera minha alma, inquieta!
Do pouco que não acalma o meu coração!
- E um estar dentro do olho dum furacão...
Se for assim, que assim seja!
Mas veja; se minha poesia é etérea,
Tão leve, que te eleve á estratosfera,
Ao pico do céu...
E porque a minha letra liberta, plana...
Deslizando entre camadas de inconsciências...
Falando direto com tua alma,
Tendo acolhida em teu coração...
E palavra que comunga com as tuas,
Onde se fazem unas...
Se for assim, que assim seja!

 

Sou Poeta...

 

Apreendo com palavras a beleza que vejo,
A tristeza que sinto,
A alegria que tanto quero,
Em símbolos que recolho de dentro de mim...
Sou assim, poeta de momentos...
Vou moldando os poemas,
Com o cinzel do sentimento!
Desbastando aparas,
Para que os versos nas páginas,
Seja ao menos o que sinto,
O que quero,
O que recolho de dentro de mim...
Sou assim, poeta de sonhos!
E antes que eu desnude totalmente o poema,
Para que outras almas lhe vejam, assim ou assim...
O poema já me tem desnudado,
E entre esconder as minhas vergonhas,
E colocar a mostra a minha alma,
Ficam na página, nos sulcos cheios de tinta nanquim,
As marcas que a vida pirografa em mim...

 

A alma da poesia...

 

A poesia existe, sem corpo e sem matéria!
E sua alma é um reflexo, um feixe de luz no universo,
Que em todos os eternos instantes, toca a terra!
Almas humanas, atadas ao pó, elemento do barro,
Tentam captá-la... E com signos transmiti-las...
Umas com dons de mestres a sublimam,
Outras com dons de aprendizes precisam exercitá-las...
A poesia é um fluxo continuo e vivo da presença de Deus!
E um ente etéreo, e é etérea a sua alma!
Que em todos e em tudo se manifesta,
Misteriosamente sutil, objetivamente concreta!

 

Edvaldo Rosa

www.sacpaixao.net

 

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