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Lenir Moura - Biografia e Poemas

Lenir Moura, 60 anos, escreve pelo simples prazer de escrever.
Participa de concursos desde 2007, quando resolveu mostrar seus
trabalhos.
Tem poesias classificadas em vários concursos culturais pelo Brasil.
Poesias em Antologias lançadas na Bienal Internacional do Livro - RJ.
2007/2009 pelas editoras Oficina e Litteris.
Destaque no «X CONCURSO LETRAS PREMIADAS» no Rio Grande do Sul
6º lugar no «II CONCURSO DE POESIA GIOCONDA LABECCA», em Minas Gerais.
Poesias nas II e III Antologias de Poetas Lusófonos – em Portugal
Livro de poesias lançado em 2009 «Um Turbilhão de Sentimentos»
Participou do 6º DESAFIO DE ESCRITORES DA CAMARA DOS DEPUTADOS de
Brasília, ficando em 4º lugar no gênero poesia.
2º lugar no VI Concurso Literário Poesias Sem Fronteiras 2010.
LENIR MOURA - POESIA
Amo-Te
Amo-te
Com um amor maior que tudo.
Maior que o sol, que pela manhã
Acorda a vida para um novo despertar.
Amo-te
Com um amor maior que o mar
Que inunda a minha vista,
Sem ter fim, sem acabar.
Amo-te,
Com um amor maior que o céu
Que nos entrega todo dia
As estrelas, o sol e o luar.
Amo-te
Com um amor maior que a vida
Que me fez nascer
Para de tudo desfrutar.
Amo-te enfim,
Com um amor tão grande
Que dentro do meu peito
Já não consigo carregar.
Amo-te assim
Com um amor tão louco,
Que todo amor prá mim é pouco
Para que possas entender
O quanto é bom eu te amar!!
(Lenir Moura)
Lamento de Um Velho
Parece que a vida parou,
Que o sol de mim se escondeu.
O clarão do dia tornou-se sereno
E o brilho da lua, já não vejo no céu.
Parece que todas as vozes calaram,
Que já não escuto da música, a melodia.
Vejo que os que foram nunca mais voltaram.
Parece que as horas se arrastam pelo dia.
Parece que às vezes, no mundo, me vejo tão só.
Parece que a vida, de mim, roubou o brilho.
Sinto que todos me olham com pena, com dó...
E que o mundo de mim, até roubou os filhos.
As vezes eu quero conversar com alguém
Falar das angústias, de coisas assim...
Mas no quarto sozinho, não vejo ninguém.
E guardo as angústias bem dentro de mim.
Sou hoje uma sombra do que fui no passado.
Escondo as tristezas sob meu colchão.
Já nem sei se ainda me sinto amado.
Eu sei que estou vivo, mas parece que não.
(Lenir Moura)
TEU TOQUE
Um toque, apenas um toque
Leva-me ao lugar mais distante.
Tuas mãos parecem aladas
E me levam sempre adiante.
Um toque, apenas um toque,
Mas é um toque perfeito.
E me deixo sempre levar,
Quando sinto tua mão me tocar
Sentindo teu toque em meu peito.
Um toque, apenas um toque
E me entrego para ti, totalmente.
Tuas mãos são como veludo
E me envolvem completamente.
Um toque, apenas um toque,
E meu corpo para ti, se oferece.
Pelo gesto simples de um toque
Um momento mágico acontece.
No nosso amor é sempre assim:
Teu toque no início,
No meio e no fim.
(Lenir Moura)
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