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AGENDA CULTURAL

Página de Michael Ginobili - Batman, Hobbit e Superman em parceria entre Warner e IMAX - Orlando Bloom vai ganhar US$1 milhão por ponta em «O Hobbit»

Batman, Hobbit e Superman em parceria entre Warner e IMAX
A Warner Bros anunciou uma parceria com a IMAX Corp.
No acordo, a empresa lançará um pacote de 20 filmes nas telonas gigantes, nos próximos três anos.
Entre os filmes anunciados estão:
» Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2 - 3D - 15 de Julho de 2011
» Happy Feet 2 - 3D - 18 de Novembro de 2011
» Batman 3 - 20 de Julho de 2012
» O Hobbit 1 - Dezembro de 2013

 

Página de Michael Ginobili - James Bond volta em 2012, com Daniel Craig sob direção de Sam Mendes

James Bond volta em 2012, com Daniel Craig sob direção de Sam Mendes
James Bond vai voltar aos cinemas no dia 9 de novembro de 2012, com a produção do 23º filme da série programada para começar no fim deste ano. A informação foi publicada pela revista americana Variety.
O anúncio foi feito nesta terça (11) pelos produtores Michael G. Wilson e Barbara Broccoli, da EON Prods., e pelos recém-empossados chefões da MGM, Gary Barber e Roger Birnbaum.

 


 

CONTOS

 

CONTO DE P�SCOA POR FRANCIS RAPOSO FERREIRA - Conto da Páscoa

Havia certa vez, numa aldeia qualquer perdida no cimo de uma qualquer serra de um país também qualquer, um casal muito pobre que tinha uma filha cujo grande sonho era poder sair dali e ir conhecer terras novas, não que ela soubesse muita coisa sobre as outras terras, não tinham televisão, não chegavam lá os jornais e portanto tudo o que ela sabia era pelo que ia lendo nos livros da velha escola da aldeia, onde só havia uma professora, também ela já muito velha, muitos diziam mesmo que a professora era tão velha como a escola e que por sua vez esta era da mesma idade da aldeia.

A Boneca e o Tigre - Conto por Dulce Saldanha

Eu tive uma gatinha, que se chamava Boneca, tinha um namorado, o Tigre, bem bonito por sinal, era o gatão mais lindo que havia nas redondezas.
Vinha-a namorar a casa, como donzela que ela era. Isso pensava eu…
Entrava pela janela, da marquise, subindo pela nespereira que havia no quintal.
Quando eu chegava a casa, via-os sempre bem comportados. Ela em cima do sofá, ele na cestinha dela.

 

Conto Infantil / Juvenil de Cremilde Vieira da Cruz (Avómi) - PATETICES DO CANGURU SAUDADE

Continuação do número anterior - Ver início
No dia seguinte, logo que o sol nasceu, o Canguru Pompeu pôs-se a caminho de casa do Canguru Saudade e... Truz, truz truz... - bateu à porta com quanta força tinha, para o acordar.
- Quem é, a esta hora da manhã? - perguntou o Canguru Saudade, ainda a esfregar os olhos.
- Sou eu, o Canguru Pompeu! Desculpe acordá-lo tão cedo, mas o que tenho para dizer-lhe é muito importante.
- Entre, entre, meu amigo! Há muito tempo que não tinha o prazer de o ver, amigo Canguru Pompeu!

 

Conto Infantil / Juvenil de Cremilde Vieira da Cruz (Avómi) - Qual é a coisa ?...

(Continuação do nº anterior - ver inicio) - De certo todos os meninos que leram a primeira parte desta história, adivinharam que se tratava de Macaquinhos Barulhentos, aqueles animais que, com as suas brincadeiras e conversas, perturbavam o bem-estar do Rei da Selva.
Pois é, o Leão deu tantas voltas à imaginação que conseguiu recordar-se onde poderia encontrar amendoins. Porém, para chegar ao local teria que fazer uma longa caminhada! Mesmo assim, decidiu-se e andou quilómetros e quilómetros, durante dias e dias sempre a andar dia e noite.
Certa manhã, já sem forças, cheio de fome e sede, ia cambaleando pela floresta fora, tropeçando aqui, caindo acolá, dizendo mal à sua vida e à ideia que teve de fazer aquela caminhada com o propósito de arranjar amendoins que, pensava ele, fariam calar aqueles animais mal comportados. Já não aguentava mais, sobretudo a sede e não encontrava uma gota de água.

 

O REAL IRREAL OU IRREAL REAL - Conto de Liliana Josué

Orlando sentou-se no banco do jardim de braços dobrados pelos cotovelos apoiados sobre o início das coxas. As mãos crispavam-se de ambos os lados da cabeça.
A noite já era adulta, os transeuntes poucos, não contando com os deserdados da sorte que abundavam pelo escuro das suas vidas. Alguns olhavam-no indiferentes, outros com alguma curiosidade desmaiada nos olhos, outros ainda o ignoravam simplesmente por acharem não valer a pena tentar o furto. Provavelmente encontrava-se pior que eles.
Orlando vagueava o pensamento ausente dos mistérios e perigos nocturnos.

 

Contos de Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz. - Sexta-feira treze de agosto!!!

Ao acordar percebi-o sentado na cama, aos meus pés. Aparência enternecedora e bela, pela estrutura corpórea imaginei-o bem alto, além do que me sorria com a alvura de todas as nuvens juntas. Esfreguei os olhos, ainda sonolentos.
Entre assustada e surpresa percebi que era observada por um jovem de estatura mediana, olhos azuis, calça branca caída à cintura, não usava cinto e nem meias, o que me relembrou alguma coisa agradável da infância, mas não saberia dizer o que. Com os olhos, busquei o homem belo e não mais o encontrei. Ao lado da nova aparição, dois espectros entoavam uma canção silenciosa, oferecendo-me ternura e segurança. Sorri levemente e abaixei os olhos.

 

A MORTE E OS MORTOS - Reflexão de Michel Crayon

Morrer é, ou deve ser, uma coisa natural embora se tenha sempre alguma dificuldade em entender a morte como tal. Sendo a vida, e o estar vivo o princípio geral e sendo a morte e o morto vitimas de uma ausência que se não manifesta no estado vivo das nossas vidas, é claro que morrer representa como que um afastamento da vida (seja ela dos vivos seja ela dos mortos) porque entre os dois campos (se houver dois campos) não há ligação nem diálogo.

 

Conto: Vida por Maria João Costa (Ver Biografia na mesma página)

A cidade ficou submersa. Não é a primeira vez na história do mundo. Mas, dói. Percebo agora que a formação das montanhas e planícies, a definição das linhas costeiras, são feitas à custa de toda e qualquer vida. A Terra está viva, e impõe-se aos seus pequenos, ainda que impertinentes, habitantes. Somos vassalos do chão que pisamos.
Tsunami, maremoto, hurricane… queremos que a Terra se acalme, pois o céu, ora cinzento pesado, ora azul indiferente, não nos protege. Teremos nós que olhar uns pelos outros. Isto, do terceiro milénio, não promete ser pêra doce.


A Casa infestada - Por Emerson Wiskow 

Já havíamos bebido bastante no bar, estávamos embriagados e sem vontade de voltar para casa. Ele era escritor e havia publicado alguns livros. Na maioria livros infantis, uma série deles.
Nos conhecíamos há uns bons anos, oito ou nove, talvez dez. O cara tinha seus méritos, certa vez chegamos a dividir um apartamento com outros dois caras. Todos velhos parceiros. Acho que começou com a poesia quando ainda usava um corte de cabelo moicano. Agora estava se dando bem e publicava livros. Sim, ele ainda publica livros.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
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