EDIÇAO Nº VIII
2ª SEMANA, 2º NUMERO DE FEVEREIRO DE 2009
Crença. Ilusão
Poema de Sandra Fayad
Não me apresse quando a felicidade chegar...
Não! Não quero ser rápida, não quero ser ás.
Não acelere meu ritmo, não me exija nada!
Deixe-me lerda, iludida com o amor. Em paz!
Não! Não me apresse quando a alegria pousar.
...
Pouse-me nas asas do beija-flor quando ela partir.
Deixe que me sacudam e carreguem para bem distante...
Sobreviverei talvez... Não tente me dissuadir
Com conselhos de lerdeza, sem ritmo. Sou errante...
A voar na velocidade da luz... para não ruir.
Bsb, 29/01/2009
Lisboa lança campanha para atrair 400 mil turistas brasileiros
O
presidente da Câmara de Lisboa, António Costa , lançou no Brasil uma
campanha de promoção turística da capital portuguesa, com o objectivo de
atrair 400.000 brasileiros em 2009.
A iniciativa «Lisboa Convida» foi apresentada num encontro para cerca de
uma centena de convidados, em São Paulo, num evento que foi replicado
ainda em Campinas, no interior do Estado de São Paulo, e no Rio de
Janeiro.
«Iniciamos em São Paulo, a maior cidade do mundo de língua portuguesa,
esta acção de promoção de Lisboa, uma das cidades europeias onde o
turismo mais tem crescido», salientou António Costa.
No próximo mês, a acção de promoção será realizada em mais quatro
capitais brasileiras, nomeadamente Recife, Belo Horizonte, Salvador e
Brasília.
Actualmente, o Brasil é o sexto maior mercado emissor de turistas para
Lisboa e o primeiro país não europeu.
Entre Janeiro e Novembro do ano passado, o número de turistas
brasileiros foi o que registou o maior aumento, 22,6 por cento a mais em
relação ao período homólogo de 2007, alcançando 174.642 hóspedes.
O número de dormidas, por seu turno, aumentou 21,5 por cento para
396.874 turistas, no período em análise, com uma média diária de gastos
de 190 euros.
António Costa sublinhou que o número de turistas estrangeiros em Lisboa
ascendeu para cerca de 2,3 milhões por ano, resultado da duplicação do
número de quartos de hotéis, nos últimos 10 anos.
O presidente da Câmara de Lisboa salientou que, em pouco mais de um ano
à frente da capital portuguesa, já licenciou 11 hotéis, «o que mostra
bem a expectativa da indústria hoteleira e a melhoria da oferta em
Lisboa».
António Costa destacou os próximos investimentos para a melhoria das
infra-estruturas locais, como a construção de um aeroporto
internacional, de uma linha de alta velocidade e de um terminal
marítimo.
O presidente da Câmara sublinhou também os investimentos em equipamentos
diversos, como o restauro do Museu do Fado e a futura construção do
Museu dos Coches, com projecto do arquitecto brasileiro Paulo Mendes da
Rocha.
«A Lisboa moderna é menos conhecida dos brasileiros do que a Lisboa
antiga», disse o responsável, ao sublinhar que a capital portuguesa tem
uma «paisagem única» com colinas e uma zona ribeirinha.
«E por isso que quero dizer como Presidente de Câmara (Perfeito) e amigo
do Brasil e dos brasileiros para que não percam a oportunidade de
visitar Lisboa», disse.
Dados da companhia aérea TAP indicam que Lisboa é actualmente o destino
preferido dos brasileiros que visitam a Europa.
Nas rotas da companhia portuguesa para o Brasil, que incluem mais de 60
voos directos entre Lisboa e várias capitais brasileiras, 48 por cento
dos passageiros são brasileiros.
A acção «Lisboa Convida», promovida pela Associação de Turismo de Lisboa
(ATL), em parceria com a TAP, incluiu publicidade em órgãos de
comunicação social, num investimento de cerca de 500.000 euros.
Horta Comunitária
713 NORTE

HORTA COMUNITARIA 713 NORTE / BRASILIA
Ver a Horta
aqui.
Amigos da Horta,
Aos que tem comparecido para demonstrar afeto e preocupação com os
destinos das plantas e animais da nossa Horta e trazer sua colaboração
espontânea, apresento, em nome da turminha de VIDA, que mora na Horta,
os agradecimentos.
Vocês precisam ver como estão contentes as mudas de cacau que já estão
recebendo quartinhos individuais em potes reciclados de sucos e leite
pasteurizado;
Várias outras plantas ameaçadas de extinção como alfazema, manjericão
roxo, cânfora, macelinha ganharam força e se revitalizaram em novas
embalagens. E tudo vai ficar melhor ainda quando forem semeadas e
individualizadas mais mil e quinhentas novas mudas nos saquinhos pretos
próprios para isso que comprei com o dinheiro que entrou das vendas da
semana.
A esse respeito, devo dizer que duas amigas da Horta levaram para morar
em outros bairros vários vasinhos que estavam prontos, no total de
R$52,00. Não deu para tudo, mas inteirei e comprei os 1500 saquinhos que
somaram R$64,00.
Agora que estamos novamente deficitários e necessitamos ainda de 10
sacos de terra, 10 sacos de adubo de gado e mão de obra com muita boa
vontade ou remunerada para fazer as mudas, conto novamente com vocês.
Recadinhos do pessoal:
1. Nós, mudinhas da Horta, queremos também assoalho de tábuas formicadas
(40 cm de largura) para termos passarelas onde desfilarmos depois de
prontas.
2. Nós, minhocas, estamos fazendo dieta forçada. Todo mundo está
crescendo só no comprimento. Queremos mais vitaminas para engordar.
Enterrem no solo da nossa casa sobras (cascas de frutas e legumes crus e
folhas cruas) para a nossa alimentação. Lembrem-se: somos vegetarianas.
3. Eu, mãe mangueira, preciso me livrar da cabeleira do meio (poda) para
receber sol no rosto e nos ombros.
4. Eu, Mural, estou todo desarrumado. Quero ficar bonito e vistoso.
Afinal, sou a porta de entrada da Horta.
Gente, neste próximo final de semana, dêem uma passadinha aqui e deixem
uma contribuição em dinheiro na caixinha dos correios.
Vou retirar amanhã à tarde, sexta-feira, vários molhos de capim santo e
deixar dentro de um vaso grande ao lado do mural para quem colaborar com
a Horta.
Sandra Fayad
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O NOSSO JORNAL PODE SER AINDA MAIS SEU, PODE SER MAIS RICO, MAIS
COMPLETO.
MANDE PARA O JORNAL.CONTACTE-NOS.
Hortas urbanas são prática mundial desde o século XVIII

800 milhões de pessoas. E este o número que a FAO (Organização para a
Agricultura e Alimentação das Nações Unidas) estima que, em 1998, se
dedicassem à agricultura urbana, o que corresponde a 15 por cento de toda a
produção mundial de alimentos.
O fenómeno das hortas urbanas surgiu nos países do norte da Europa, durante
a segunda metade do século XIX. Na Alemanha, um dos países pioneiros,
existem hortas urbanas desde 1864, ano em que se criou a primeira associação
(Schreberverein), em Leipzig. Na Dinamarca, o país europeu com a maior
percentagem de hortas urbanas, esta tradição remonta ao século XVIII,
existindo actualmente 409 associações de agricultores e jardineiros urbanos.
Para que a tendência passe pelo aumento desses números, alguns países
europeus implementaram programas de incentivo a este tipo de actividade. Na
Alemanha, por exemplo, surgiu um sistema em que «uma pessoa jovem recebe,
não dinheiro para cultivar, mas sim capital para se instalar», explica o
arquitecto paisagista Gonçalo Ribeiro Telles. «Geralmente, esse jovem é
adoptado ou adopta um casal de idosos, vai viver na sua propriedade, e faz o
que esse casal costumava fazer no que respeita à agricultura», esclarece.
Na
sua opinião, «esta é uma forma de as pessoas mais jovens aprenderem com os
mais velhos e, ao mesmo tempo, estes ficam mais amparados. Mata-se dois
coelhos com uma cajadada só», enfatiza.
No entanto, Ribeiro Telles acredita que a implantação de um sistema
semelhante em Portugal não seria possível. «As pessoas que estão instaladas
na cidade nunca iriam aceitar essa mudança para o ambiente rural», garante.
Isto porque a maior parte dos lisboetas vêm de famílias que sofreram
misérias no meio rural e, por isso, não iriam aceitar dar esse passo atrás.
«Em Lisboa, as pessoas estão convencidas que a paisagem urbana tem de ser
constituída por prédios, e que o resto simboliza um atraso», lamenta.
O receio de uma desertificação completa das aldeias é cada vez mais real,
consequência da «falta de pessoas que trabalhem a terra, porque quem lá está
já não tem capacidade para o fazer», refere o especialista, alertando para
os perigos desta quebra na continuidade. Daí que as hortas urbanas – que não
implicam um deslocamento das pessoas da cidade para o campo - adquiram, cada
vez mais, uma grande importância na manutenção da qualidade de vida das
populações e no combate à crise e ao encarecimento da alimentação, remata
Ribeiro Telles.
India desenvolve «compostagem no local»
Também na India as hortas urbanas adquirem uma especial importância, aliando
o conhecimento indígena às tecnologias mais avançadas. Depois da reforma, Padmashri Doshi decidiu experimentar várias práticas agrícolas que pudessem
ajudar os habitantes das cidades a cultivar os seus próprios alimentos em
pequenas áreas urbanas, incluindo terraços e varandas.
Com a criação do Instituto Internacional de Agricultura Urbana, Doshi
desenvolveu a técnica da «compostagem no local», através da utilização de
sacos de polietileno de alta densidade no cultivo de hortaliças e cereais.
Os sacos são preenchidos com terra e porções de biomassa, e depois com
composto feito de estrume de animais, materiais orgânicos, entre outros.
Segue-se a rega dos sacos e a posterior plantação das sementes, que são
cuidadosamente escolhidas. Como as plantas crescem em sacos fechados, é
necessária menos água do que se fossem plantadas em solo aberto, onde a água
evapora ou se infiltra para além do alcance das raízes.
Fonte: http://www.ambienteonline.pt/
Quando era miúda, lembro-me bem da minha predilecção pela cor rosa. Tudo
era rigorosamente escolhido em função do tão amado rosa, sem esquecer
peças de vestuário, roupas das bonecas e, até imagine-se, rebuçados!
Como toda a gente adorava essa minha predilecção! Decerto consideravam
que além de me assemelhar a uma bonequinha rosa ou mesmo uma
princesinha, era também de certo uma cor muito apropriada para uma
menina!
Já o verde é a cor da primavera; dos nascimentos e da primeira infância
sendo magnífico em quatros de crianças e jovens. Representa ainda o
coração e o amor incondicional com a função de nos facilitar amar
inteiramente e sem imposições. O azul-turquesa, toca mais o sector da
comunicação e da purificação. O azul-escuro, simboliza mais o
conhecimento psíquico; intuição e sentidos. Violeta é por excelência uma
cor da transformação e transmutação, permitindo o estímulo da natureza
espiritual e intuitiva.
O branco, mistura de todas as cores, simboliza o Outono, os gloriosos
anos adultos, sendo óptimo nos aposentos de pessoas maduras. O preto,
que prima pela ausência clara da cor, a velhice. Utilizado
insistentemente na indumentária de adolescentes denota «revolta» e até o
«não quer ser igual aos seus progenitores». Quanto ao meu amado rosa,
orgulhosamente, percebi que simboliza a paixão; amor e carinho e que as
pessoas que o elegem são normalmente pessoas muitos apaixonadas pela
vida. Feliz pela acertada escolha na minha meninice, compreendi não só a
sensibilidade que uma criança pode transportar, como igualmente a
principal componente guiadora da minha vida: a paixão!
VER E SENTIR
Cristina Maia Caetano
(VIII)
À medida que fui crescendo, depressa fui-me apercebendo que os valores,
maneiras e gostos tinham de ser adaptados à idade que ia tendo. Por
estas e por outras, e de baralhação em baralhação, cheguei a um ponto da
minha vida, que já não sabia, qual «afinal» era ou «deveria ser» a minha
cor preferida! Curiosamente, conjugando os saberes herdados do reiki,
meditação e Feng Shui, percebi que cada cor tem um significado real e
uma linguagem muito própria! Tal e qual a linguagem do trânsito, ou a
numerologia! Diferente pois e restrito igualmente! Mas lindo e bem
desafiante!
A partir da interiorização desse «conhecimento», a paleta de cores,
tomou-se num grande, especial e real significado, acabando mesmo por
dar-me lições de vida com uma «fantástica compreensão» da percepção do
carácter e bloqueios das pessoas.
Com a cor vermelha, fiquei fascinada por se tratar de um centro da
sobrevivência; da expressão criativa; do verão; do sul e do fogo; da
concessão de segurança; e mesmo ligação à terra com as raízes de cada
ser. Quanto ao laranja, simboliza o sexual; a curiosidade; emoções;
gosto pela arte e relações afectivas. Por sua vez, o amarelo, é mais o
centro da sabedoria; poder pessoal; a terra; o centro e os anos da
adolescência.
Reparem pois nas cores que cada um usa... Parem e pensem um pouco!
Percebam como é possível entender melhor o seu carácter, sentir e até
inclusive, compreender melhor outros semelhantes, mesmo mais do que eles
próprios imaginam... Assim, quando alguém referir que não gosta de
determinada cor, poderá de certo significar problemas em determinadas
áreas da vida, e até a não aceitação de algo. Decerto e para seu bem,
deverá «trabalhar» essa «tonalidade» no sentido de uma maior aceitação
do seu ser e do seu EU!
Lembrem-se pois, de pensarem nisto tudo carinhosamente e de ter a
certeza que o melhor mesmo é não se fazerem
julgamentos...